Empresária ensina patchwork, com foco no conforto das alunas e na qualidade do serviço

Além da longevidade e fortalecimento nos negócios, o empreendedor individual sonha agora em crescimento empresarial como a migração para microempresa.

Foi o que aconteceu com quase 50 mil pessoas, em todo país nos últimos três anos, inclusive com Cláudia Soares, dona de um ateliê também em Brasília. Ela investiu cerca de R$ 20 mil em equipamentos, estoque e móveis. Cresceu, e agora tem uma microempresa.

A empresária ensina patchwork, com foco no conforto das alunas e na qualidade do serviço. No ateliê não são utilizados retalhos: as bolsas, colchas e almofadas são feitas com tecidos especiais.

A empresária faz 30 peças por mês, e vende a preços que vão de R$ 15 a R$ 800. Para crescer nos negócios, ela teve apoio do SEBRAE na criação da identidade visual do ateliê e desenvolvimento de um site.

“Eu acho que o que precisa realmente é persistência, fazer as coisas dentro das normas gerais no caso e ter persistência e amor no que faz”, aconselha.

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